O Clima no trabalho pode influenciar o seu rendimento, entenda um pouco mais sobre clima organizacional, lendo a bela materia do site www.admnistradores.com.br, atraves http://migre.me/51H7C.
Desde quarta-feira dia 01/06/2011, entrou em vigor as novas regras dos cartões de crédito, estabelecidas pela Resolução 3.919/2010, o valor mínimo da fatura de cartão de crédito que era de 10% do valor total, passara a ser 15%, de acordo com a mesma resolução em 1º de dezembro deste ano, o valor mínimo para pagamento subirá para 20%. Com estas novas medidas temos que nos planejar para o uso correto, desta que se torna cada vez a ferramenta mais usada para efetuar compras, deixando de lado o tradicional talão de cheque. Quando efetuamos nossas compras com cartão de crédito, temos a opção de efetuar o pagamento total ou apenas parcial, o valor que não foi pago será acrescido na proxima fatura, acrescido de juros. Atualmente este valor parcial estava limitado a 10% do total de seu fatura, porem com as novas regras este valor passa a ser de 15% até dezembro de 2011 e 20% após este periodo. Exemplo: Vamos imaginar que vc tenha gasto R$ 500,00 em seu cartão de crédito, pelas regras antigas o valor minimo que você deveria pagar era de: R$ 500,00 X 10% R$ 50,00 – Valor minimo (antigas regras) Pelas novas regras este valor sera até Dezembro / 2011: R$ 500,00 X 15% R$ 75,00 - Valor minimo. Após Dezembro / 2011 R$ 500,00 X 20% R$ 100,00 - Valor minimo Com estas mudanças o impacto nas contas pessoais de quem costuma pagar o minimo do cartão será de 50% até dezembro e 100% após esta data. Quem tem o costume de quando as contas ficam acima do previsto, dar aquela empurridinha na fatura do cartão poderá ter uma surpresa desagradavel na hora de calcular o valor a pagar, vale lembrar tambem que nem tudo e ruim, se pensarmos que o saldo para o proximo mês será menor e que consequentemente os juros sobre o rotativo tambem serão menores, uma vez que eles incidem sobre o saldo do valor não pago. Uma coisa e certa, quem predente economizar e não gastar com juros exorbitantes, a melhor solução é pagar o seu cartão pelo valor total.
Entenda o Calculo
Entenda o que é PIB e como é feito seu cálculo
O cálculo do PIB, no entanto, não é tão simples. Imagine que o IBGE queira calcular a riqueza gerada por um artesão. Ele cobra, por uma escultura, de madeira, R$ 30. No entanto, não é esta a contribuição dele para o PIB.
Para fazer a escultura, ele usou madeira e tinta. Não é o artesão, no entanto, que produz esses produtos --ele teve que adquiri-los da indústria. O preço de R$ 30 traz embutido os custos para adquirir as matérias-primas para seu trabalho.Assim, se a madeira e a tinta custaram R$ 20, a contribuição do artesão para o PIB foi de R$ 10, não de R$ 30. Os R$ 10 foram a riqueza gerada por ele ao transformar um pedaço de madeira e um pouco de tinta em uma escultura.
O IBGE precisa fazer esses cálculos para toda a cadeia produtiva brasileira. Ou seja, ele precisa excluir da produção total de cada setor as matérias-primas que ele adquiriu de outros setores.
Depois de fazer esses cálculos, o instituto soma a riqueza gerada por cada setor, chegando à contribuição de cada um para a geração de riqueza e, portanto, para o crescimento econômico.
Se por acaso a riqueza gerada é menor que a registrada anteriormente, fala-se em contração da economia. Dois trimestres seguidos de retração indicam a chamada recessão técnica.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u705327.shtml
As condições para enquadrar-se no MEI são as seguintes:
- Receita bruta no ano-calendário anterior de até R$ 36.000,00
- Para empresas novas, o limite é proporcional: R$ 3.000,00 multiplicados pelo número de meses compreendido entre a abertura e o final do exercício.
- Ser optante pelo Simples Nacional, opção que será automatica após 01/07/2009.
- Não ter filiais
- Ter no máximo 1 empregado como salario de 1 Salário Mínimo (ou o salário-mínimo da categoria profissional).
- Estar enquandrado nas 171 atividades que podem aderir.
mais informações e atividades permitidas no site: http://www.portaldoempreendedor.gov.br
Alcançar o Sucesso sem duvida é a tarefa mais difícil da vida do empresário, ter o melhor produto, dinheiro em caixa, bons funcionários e colaboradores, boa divulgação, e muitas outras coisas qualidades que poderíamos ressaltar aqui não garantirão o sucesso ao seu negócio, este patamar só será atingido se o cliente perceber todos os benefícios contidos em seu produto/serviço.
E esta percepção começa com a avaliação do preço do produto ou serviço no momento da compra, ainda mais no momento econômico em que o mundo e consequentemente o país vive, por este motivo é de extrema importância o empresário saber formar o seu preço de venda.
E, é neste momento em que surge a seguinte pergunta: Por quanto devo vender meu produto/serviço?
Existem muitas analises que deverão ser feitas na hora da formação do preço, um bom trabalho de marketing contribuirá significativamente no momento de gerar percepção de valor ao consumidor, analisar embalagens, cores, sabores, cheiros e outros possíveis diferenciais, não deixando de lado analise da própria empresa (seus custos e despesas) e de suma importância.
A aplicação destas técnicas de percepção de valor em conjunto com outras variáveis como publico alvo, comportamento do consumidor, fatores demográficos, dentre outros, fará com que se chegue ao preço correto ao produto ou serviço.
Seguindo esta linha é possível utilizar varias técnicas para definir o preço de venda:
- Preço calculado sobre o custo (preço de dentro pra fora): O preço de seus produtos e serviços deve cobrir os custos fixos (Luz, água, aluguel, salários administrativos, etc.) e variáveis (Matéria Prima, Comissões, Impostos, etc.), e ainda obter um determinado lucro. Esta técnica determina que o preço seja calculando somando todos os custos que envolvem o produto/serviço, tanto de produção como de comercialização, acrescida do lucro desejado. O total desta somatória resultará no preço de venda.
- Preço baseado na concorrência (preço de fora pra dentro): os concorrentes têm uma grande importância na formação dos preços. Essa técnica leva em consideração o preço pratico pelos concorrentes, deixando de lado possíveis diferenciais da sua própria empresa ou produto/serviço. É muita usada por empresas que têm produtos ou serviços muito parecidos com seus concorrentes.
- Preço com base na percepção do cliente (preço de fora pra dentro): O preço é baseado no valor que o produto/serviço tem para o cliente: quanto ele está disposto a pagar pelas vantagens e benefícios que ele percebe. Estima-se quanto seus clientes estão dispostos a pagar compara-se aos custos do produto/serviço para se avaliar se os lucros desejados são interessantes para o negócio.
Como vimos o sucesso tem um preço, e saber qual é este preço é de fundamental importância dentro do processo de crescimento do negócio. O Consultor será de fundamental importância no auxilio da formação do seu preço, ele fará todas as analises necessárias, tanto internas como externas e apresentará ao empresário qual a melhor precificação para seus produtos/serviços.
No mundo empresarial é muito comum encontrarmos empresários que desconhecem os custos de seus produtos/serviços, outros tem “apenas uma noção”, ou até mesmo aqueles que tem certeza absoluta de seus custos, mas que no fundo confundem custos e despesas.
Abaixo entenderemos as principais diferenças entre os dois e a sua importância no negócio.
Custo de Mercadorias, Produtos e Serviços
Os valores tidos como custos referem-se aos gastos diretamente relacionados com a atividade operacional (produzir/revender/prestar serviços), portanto sempre variam em função do volume comercializado. Exemplos: matéria-prima, embalagens, insumos de produção, mão-de-obra de produção e/ou de execução dos serviços, mercadorias adquiridas para revenda.
Despesas
Despesas são valores gastos relacionados com a estrutura de administração da empresa, Exemplos: aluguel, água, luz, telefone, salários administrativos, manutenção, contador, pró-labore, despesas financeiras, etc.
Saber diferenciar os Custos das Despesas é essencial, pois quando a empresa não faz esta distinção correm sérios riscos, entre eles: encarecer o seu produto/serviço perdendo mercado, efetuar vendas com prejuízo, não ter receita suficiente para arcar com as despesas, dentre outras situações que farão com que o negócio não obtenha lucros suficientes e assim deixe de investir nos fatores chaves do sucesso, tornando a empresa pouco competitiva perante seus concorrentes.
Onde o Consultor pode te ajudar?
O Consultor levantara todo o movimento financeiro da empresa, alocando corretamente os custos e as despesas, fará uma análise detalhada dos produtos/serviços comercializados identificando os mais rentáveis, os que precisam ter seus preços revistos e aqueles que não valem mais a pena serem comercializados.
Custos são parte fundamental do seu negócio e se sua empresa deseja realmente ser competitiva no mercado, o primeiro passo sem duvida é conhecê-los corretamente e assim poder direcionar todo os esforços para ações de controle e diminuição dos mesmos, o que consequentemente levará a uma maximização dos lucros.
Conseguir se manter em meio a uma crise econômica, não é das tarefas mais fáceis que uma empresa pode fazer, em épocas onde os juros são menores e o consumo é maior já não é simples equilibrar as contas, contudo dentro da Gestão de Empresas existem ferramentas que servem de porto seguro para qualquer negócio, uma das principais e mais usadas é a do Planejamento Financeiro, esta ferramenta é essencial para qualquer empresa que deseja ter longevidade em suas atividades independente do seu tamanho.
Varias questões podem surgir quando se fala em Planejamento. O que Planejar? Por onde começar? Por quanto tempo? Isto realmente resolve? , estas são apenas algumas das muitas dúvidas que irão surgir quando sua empresa pensar em começar a planejar. Neste primeiro news do “Dica de Consultor” vamos focar no “Planejamento Financeiro”, que é a base para quem esta começando a se habituar com esta ferramenta. Por isto vamos entender o que ela é e para que serve.
O Planejamento Financeiro é uma ferramenta de Gestão que foca exclusivamente as despesas (Gastos) e receitas (Vendas) da sua empresa, a finalidade é identificar o comportamento das finanças do negócio (Receita X Despesas), identificando neste comportamento os possíveis excessos de gastos ou a escassez de receitas e assim possam ser traçados as metas e objetivos que levem ao equilíbrio financeiro e consequentemente a obtenção de lucros.
Mas, por onde começar?
Primeiramente comece fazendo um levantamento da Vendas e das Despesas dos últimos meses, se as Despesas forem maiores que as Receitas de Vendas, você terá dois caminhos para buscar o equilíbrio.
1º.) Reduzir o máximo que puder das despesas (tarefa nem sempre fácil, mas que com um pouco de esforço de todos sempre será possível, para isto tente focar nos gastos e despesas que realmente são necessários para manter sua empresa em funcionamento, evite gastos supérfluos e desperdícios e elimine despesas que não trarão retorno financeiro para sua empresa no futuro).
2º.) Aumento das Vendas (Caminho, que apesar de ser o mais lógico, normalmente é visto como algo de difícil alcance, vale ressaltar que em muitos casos as vendas baixam não só pela crise, mas também pela a falta de qualidade em outros setores com Atendimento, Marketing, Equipe de Vendas, Divulgação, Entrega, etc.., fato este que é logo percebido pelo cliente que deixe de consumir da empresa).
Por quanto tempo?
Após os levantamentos e analises iniciais será necessário traçar as metas e os objetivos, que façam com que o equilbrio financeiro seja alcançado, é aconselhável para quem esta começando a planejar seu negócio, fazer a projeção para 3 (três) meses, e após este período avaliar os desvios que aconteceram.
E Consultor o que faz?
Neste processo o Consultor irá auxiliar ao pequeno e médio empresário na análise dos dados financeiros (Despesas X Receitas), projetando o cenário do mercado para os próximos meses e traçando as metas e objetivos que mais se adequam ao tipo e tamanho do seu negócio.
Para finalizar é necessários entender que não existe formula mágica para sucesso, e que o Planejamento é uma ferramenta vital que irá auxiliar ao empresário na condução de seu negócio, fazendo com que ele saiba de forma antecipada possíveis problemas que ele enfrentará em um futuro próximo.

